Rodrigo Fernandes não se limitou a chegar à primeira final internacional de singulares da carreira, tratou de ganhá-la, pelo que deixou o M25 de Ithaca, no estado de Nova Iorque, como campeão.
O bracarense, de 19 anos, impôs-se ao favoritismo do anfitrião quarto cabeça de série, Jack Anthrop, com os parciais de 6-3 e 6-1, em 65 minutos, na final disputada na Universidade de Cornell, uma das afamadas da Ivy League, na qual Rodrigo Fernandes estuda engenharia.
Com três ases, os mesmos do adversário, o português (1134.º) ganhou mais pontos com o serviço e converteu quatro dos oito breakpoints que teve à disposição. Nos jogos de serviço enfrentou cinco ameaças, cedendo apenas uma delas.
Embora tenha sido o primeiro troféu do jogador de Braga em singulares, na variante de pares conquistou já tinha conquistado títulos do calendário da World Tennis, desta feita no M15 de Sanxenxo (2024) e M15 de Monastir (2025), ao lado dos compatriotas Gonçalo Marques e Tiago Silva, respetivamente.
Fonte e Foto: Federação Portuguesa de Ténis




